A culpada

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Nenhuma literatura está livre de ficção. E nem de verdade.

domingo, 29 de novembro de 2009

Judges

Acho muito engraçado o jeito que as pessoas falam das outras, e acho mais engraçado ainda ver uma pessoa metendo o pau na vida da outra e no final dizendo “mas quem sou eu pra julgar, não é mesmo?” Engraçado, não? Mas hilário mesmo é que isso é o que mais ouço. Não sei de onde tiramos essa enorme capacidade de julgar o próximo e toda essa indignação quando nos julgam... Não sou hipócrita de dizer que não julgo, por isso não ligo que me julguem. Quer dizer, ligo se me julgarem de modo totalmente errado e absurdo! Pra mim, o julgamento que fazemos nada mais é do que nossa simples opinião. Nem sempre é verdadeiro o jeito que julgamos as pessoas, por isso devemos ter certo cuidado. A verdade é que os nossos julgamentos são de acordo com o que a sociedade julga certo. Uma pessoa se torna boa se é sincera e ruim se mente. E por falar nisso, é impressionante como as qualidades são esquecidas diante de um só erro ou defeito. Na minha visão, isso é só prova de que pessoas estão ficando cada vez mais descartáveis. Um dia bom, no outro ruim; Um dia justo, no outro injusto; Um dia amigo, no outro inimigo; Um dia julgando, no outro sendo julgado; Um dia da caça e o outro do caçador!

2 comentários:

Um menino sonhador disse...

...Uma pessoa se torna boa se é sincera e ruim se mente.

Tudo que ocorre você consegue descreve com simplicidade.

Bárbara disse...

De fato... sempre ( e não me excluo disso) criticamos as pessoas comparando-as a padrões totalmente absurdos, simplesmente para que nos sintamos melhor em relação a isso. Uma pena, pois nos esquecemos das diferenças e de como elas nos tornam mais mortais.